sábado, 30 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
"Crysis" foi um dos grandes lançamentos do ano passado e mostrou ao mundo o poder da CryEngine 2, motor gráfico criado pela alemã Crytek,que ganhou fama ao criar o primeiro "Far Cry. Porém, os gráficos maravilhosos tiveram um alto custo, uma vez que o hardware necessário para fazer o jogo rodar no máximo de sua capacidade deveria ser topo de linha, algo distante da maioria dos jogadores.
Um ano depois, chega às lojas "Crysis Warhead", originalmente planejado com um pacote de expansão que se tornou um game independente, mostrando eventos paralelos aos do anterior. Além de todas as novidades que se espera de um produto do tipo, as expectativas aumentaram quando a Crytek anunciou que estava fazendo grandes otimizações no código para aliviar os requisitos de hardware, tornando-o mais acessível para mais consumidores.
Com detalhes escassos a respeito do processo, a verdade é que o jogo não ficou exatamente leve, mas teve sim melhorias significativas em todas as áreas, se mostrando um produto mais maduro e interessante que "Crysis".
Do outro lado da ilha
Os eventos de "Crysis Warhead" acontecem simultaneamente aos de seu antecessor, do outro lado da ilha próxima à Coréia do Norte, palco de uma disputa acirrada pela posse da tecnologia de uma nave alienígena caída por ali.
Enquanto Jake Dunn, ou melhor, Nomad se tornou o protagonista daquela aventura, o herói desta vez é o muito mais carismático Michael "Psycho" Sykes, um sargento britânico de temperamento explosivo que participou brevemente do anterior. Aqui, sua missão é a de rastrear um carregamento do exército norte-coreano na ilha, que pode contar uma ogiva nuclear -- justificando o novo título.
A Crytek soube explorar a personalidade de Sykes de uma maneira convincente, introduzindo cenas narrativas e alguns diálogos espirituosos, se aprofundando no relacionamento do personagem com Nomad e com seu amigo Sean, um piloto que faria parte de sua equipe se não tivesse sido reprovado nos testes. E claro, com alguém tão ansioso por ação no centro dos holofotes, o ritmo do jogo se tornou muito mais rápido, com menos exploração e mais tiroteios e explosões, com um equilíbrio eficaz.
Novos brinquedos em um novo parquinho
Embora o grande diferencial da franquia continue no uso da Nanosuit, a armadura especial que garante habilidades especiais como invisibilidade parcial, super-força ou blindagem extra, é claro que certas novidades foram adicionadas. Entre armas, por exemplo, a mais legal é o lançador de granadas, mas com certeza há muitas situações em que minas anti-tanque e as submetralhadoras vêm bem a calhar.
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